Autor: admin

  • “Queremos respeito e segurança”: Lei de André Salineiro sobre banheiros femininos gera apoio de mulheres e repercussão nacional

    “Queremos respeito e segurança”: Lei de André Salineiro sobre banheiros femininos gera apoio de mulheres e repercussão nacional

    A discussão sobre o uso de banheiros femininos voltou ao centro do debate nacional após a deputada federal Erika Hilton acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a Lei Municipal nº 7.615/2026, aprovada em Campo Grande e apresentada pelo vereador André Salineiro.

    A lei, sancionada pela prefeita Adriane Lopes, estabelece regras relacionadas à proteção dos espaços femininos em locais públicos e privados da Capital. Desde então, o tema passou a dominar redes sociais, grupos de WhatsApp e discussões políticas em várias partes do Brasil.

    Mas, além da disputa jurídica e política, o que mais chamou atenção nos últimos dias foi a quantidade de mulheres se manifestando publicamente sobre o assunto.

    Em comentários nas redes sociais, muitas afirmam apoiar a proposta por enxergarem a medida como uma forma de garantir mais segurança, privacidade e tranquilidade em espaços considerados íntimos, como banheiros e vestiários femininos.

    “Não é sobre ódio, é sobre proteção”, escreveu uma internauta em uma publicação que repercutiu entre moradores de Campo Grande.

    Outras mulheres relataram preocupação principalmente com crianças e adolescentes em ambientes públicos. Em muitos comentários, o sentimento demonstrado é de que o debate precisa ouvir mais as mulheres biológicas e considerar suas opiniões dentro da discussão.

    Homens também passaram a se posicionar favoravelmente à lei, afirmando que a proposta representa defesa da privacidade feminina e respeito às mulheres.

    Tema ganhou força fora de Mato Grosso do Sul

    A repercussão da Lei nº 7.615/2026 ultrapassou Campo Grande e chegou ao cenário político nacional após o pedido feito à PGR pela deputada Erika Hilton, que questiona a constitucionalidade da norma.

    Setores ligados à pauta LGBTQIA+ afirmam que a legislação pode gerar discriminação contra pessoas trans e defendem que o uso de banheiros deve seguir a identidade de gênero.

    Já apoiadores da proposta afirmam que a lei não busca atacar ninguém, mas sim preservar espaços exclusivos para mulheres biológicas em ambientes considerados sensíveis.

    O assunto acabou se tornando um dos mais comentados da semana nas redes sociais da Capital, gerando forte mobilização popular e opiniões divididas.

    André Salineiro recebeu apoio nas redes

    Após a repercussão nacional do caso, o vereador André Salineiro recebeu manifestações de apoio de moradores de Campo Grande e seguidores nas redes sociais.

    Muitos comentários elogiaram a postura do parlamentar por levar o debate para a Câmara Municipal e defender uma pauta considerada sensível por parte da população feminina.

    Mesmo diante das críticas e da pressão política, Salineiro afirmou que continuará defendendo a lei e declarou que o projeto nasceu ouvindo relatos e preocupações de mulheres da Capital.

    ENQUETE | Informe MS News

    Você é a favor ou contra a proibição do acesso de homens biológicos a banheiros femininos?

    •  Sou a favor da proibição do acesso de homens biológicos a banheiros femininos
    •  Sou contra a proibição e defendo o uso conforme identidade de gênero
    •  Ainda não tenho opinião formada

             Vote e participe do debate.

            A enquete completa já está disponível no site do Informe MS News.

     A população pode participar votando e deixando sua opinião sobre o tema que vem dividindo opiniões em todo o país.

  • Vereador André Salineiro PL comenta possibilidade de disputar vaga na Assembleia Legislativa

    Vereador André Salineiro PL comenta possibilidade de disputar vaga na Assembleia Legislativa

    Campo Grande (MS) – O vereador André Salineiro
    (PL)
    afirmou em entrevista ao Informe MS News que está à disposição diante das
    discussões internas do partido que podem levá-lo a disputar uma vaga na
    Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

    Segundo ele, o incentivo do partido reforça a
    possibilidade de uma eventual pré-candidatura.

    “O partido tem me incentivado e eu quero ser
    muito claro: estou à disposição para ser pré-candidato a deputado estadual”,
    disse Salineiro.


    Projetos de impacto na Câmara Municipal


    Durante sua atuação na Câmara Municipal de
    Campo Grande, Salineiro destacou iniciativas que fortalecem saúde, educação e
    inclusão social. Entre elas:


    Exames de saúde em alunos da rede municipal:
    identificação precoce de doenças como diabetes e anemia, priorizando a
    prevenção.


    Justiça Restaurativa nas escolas: mediação de
    conflitos escolares com enfoque em diálogo e cultura de paz.


    Isenção de taxa em concursos públicos: garante
    acesso a oportunidades para doadores e receptores de rim.


    Lei “Sentinela da Gestante” (Lei 7.608/2026):
    cria o Programa Municipal de Segurança e Proteção à Gestante, Parturiente,
    Puérpera e ao Recém-nascido, incluindo o Código Vida, atendimento humanizado,
    monitoramento de indicadores e mecanismos de denúncia. 


    Lei nº 11.573/2025: estabelece
    diretrizes sobre o uso de banheiros femininos com base na Política Municipal de
    Proteção da Mulher, prevendo ações educativas, fiscalização e adequações em
    espaços públicos e privados.

     Compromisso com políticas públicas

    O parlamentar reforçou que essas ações
    refletem seu compromisso com a população, visando efetividade e transparência
    na implementação de políticas públicas. Salineiro destacou que acompanhará de
    perto a execução da Lei Sentinela da Gestante para garantir proteção efetiva a
    mães e bebês.

    Posicionamento político

    Salineiro afirmou que busca ampliar a
    representatividade no Estado, ressaltando a importância de políticas que
    promovam segurança, saúde e educação. A declaração sobre sua disponibilidade
    para futuras discussões partidárias marca seu posicionamento em meio ao cenário
    eleitoral.

     

     

     

  • Landmark cobra uso produtivo de terreno de R$30 milhões após ocupação do MST no Porto Seco

    Landmark cobra uso produtivo de terreno de R$30 milhões após ocupação do MST no Porto Seco

    Na
    madrugada de segunda-feira (20), o Movimento
    dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
    ocupou uma área
    estratégica no Porto Seco
    de Campo Grande
    , trazendo à tona o debate sobre o uso de terrenos ociosos
    na cidade. A ação, que reuniu mais
    de 200 famílias
    , visou chamar atenção das autoridades para a
    necessidade urgente de utilizar o terreno de R$30 milhões de maneira produtiva e que
    beneficie a população local.

    A
    ocupação pacífica,
    que foi acompanhada de perto pelo Vereador
    Landmark Rios (PT)
    .

    O
    vereador esteve no local, acompanhando de perto as negociações
    entre os manifestantes e as forças de segurança, buscando compreender a
    situação e mediar possíveis soluções. A ação gerou discussões sobre a função social da terra e
    a gestão de áreas públicas
    desocupadas
    na cidade.

    Responsabilidade pela área
    A área ocupada está em transição e atualmente não há clareza sobre quem é o responsável pela gestão
    do terreno. A área pertencia
    ao município de Campo Grande
    , mas está sendo transferida para o
    DNIT (Departamento
    Nacional de Infraestrutura de Transportes)
    , que deverá assumir
    a gestão. O vereador
    Landmark Rios
    apontou a falta
    de informações claras
    sobre essa transição como um dos fatores
    que dificultam a utilização
    produtiva
    do espaço. Segundo ele, é fundamental que a área seja
    utilizada de forma
    eficiente
    , seja pela Prefeitura
    ou pelo DNIT,
    para garantir benefícios sociais e econômicos para a cidade.

    Objetivo da ocupação do MST
    Segundo Douglas Cavalheiro
    da Silva
    , da Direção
    Estadual do MST
    , o grupo ocupou o local com a intenção de criar
    um cinturão verde.
    Ele explicou:

    “A
    gente quer um espaço para plantar
    verdura
    e vender na cidade. A terra precisa ser utilizada para alimentar as pessoas e
    gerar oportunidade de trabalho.”

    O
    objetivo dos manifestantes é transformar a área em um espaço produtivo, no
    qual as famílias possam cultivar alimentos e comercializá-los, atendendo à demanda crescente por alimentos frescos
    e locais
    na cidade.

    A posição do vereador Landmark
    Rios

    O vereador Landmark Rios reforçou que a função
    social da terra
    deve ser cumprida e destacou que a área do
    Porto Seco tem grande potencial
    de desenvolvimento
    . Para ele, é urgente que a terra seja colocada em operação,
    seja para o uso público
    ou para produções
    sustentáveis
    . Ele declarou:

    “Se
    essa área não pode ser utilizada para o propósito original, que ela seja
    destinada para uso social. Temos
    famílias precisando de moradia, outras querendo produzir alimentos
    para a cidade. Não podemos deixar essa
    terra parada, especialmente em tempos de crise habitacional e de falta de
    terras produtivas.”