Categoria: DENÚNCIAS

  • Jornalista denuncia perseguição e aponta bastidores de poder envolvendo Semed e ex-diretor da Agetran

    Jornalista denuncia perseguição e aponta bastidores de poder envolvendo Semed e ex-diretor da Agetran

    Um conjunto de relatos, denúncias e episódios envolvendo servidores públicos, lideranças comunitárias e bastidores administrativos tem ampliado o cenário de tensão na gestão municipal de Campo Grande.

    No centro das discussões está o atual presidente da Agereg, Paulo da Silva, ex-diretor da Agetran, além da atuação da superintendência da Secretaria Municipal de Educação (Semed), ligada à gestão de pessoas sob responsabilidade de Noemi Duarte Silveira.

    As informações são baseadas em relatos e não possuem confirmação oficial até o momento.

    Jornalista A C. denuncia perseguição após cobrança por melhorias

    Segundo relatos, o jornalista e líder comunitário A C.afirma ter sido alvo de perseguição após tentar contato com o então diretor da Agetran para solicitar a instalação de um quebra-molas na Rua da Divisão.

    De acordo com fontes, o pedido não teria sido atendido e teria gerado um conflito direto.

    Ainda segundo relatos, a resposta recebida teria sido considerada ofensiva e desqualificadora.

    Relatos apontam possíveis retaliações

    Após o episódio, segundo o denunciante, teriam ocorrido desdobramentos administrativos.

    De acordo com fontes, ele afirma ter enfrentado:



    • Dificuldade de contato institucional


    • Suposta solicitação de transferência feita às pressas sem notificação expressa.


    • Alegações de tentativa de exoneração


    • Impacto também sobre sua esposa, vinculada à rede municipal através de processo seletivo professores .
    • Falta de ética e respeito por parte do Diretor Presidente da Agetran.

    As alegações não possuem confirmação oficial.


     Caso de educadora demitida amplia repercussão

    O cenário ganhou maior visibilidade após o caso da educadora Natali Pereira de Oliveira, divulgado pela midia.

    Segundo as reportagens vinculadas nas mídias e também denunciadas na Câmara municipal, a servidora foi desligada após participar de uma manifestação na Câmara Municipal.


    “Fiquei sabendo que fui desligada durante a manifestação”, relatou.

    A Secretaria Municipal de Educação não respondeu aos questionamentos até a publicação.

     Semed e centralização de decisões

    Segundo relatos de servidores, a superintendência de Gestão de Pessoas da Semed, ocupada por Noemi Duarte Silveira, é apontada como núcleo estratégico de decisões administrativas que não se condizem com conduta a corretas de uma administração transparente.

    De acordo com fontes, há percepção de centralização e influência significativa na condução de processos internos.

     Bastidores indicam proximidade e influência

    Segundo relatos, Paulo da Silva e Noemi Duarte Silveira são apontados como figuras próximas e influentes dentro da administração municipal.

    De acordo com fontes, ambos são considerados nomes com poder de articulação interna.

    Ainda segundo relatos, o entorno da superintendente também teria histórico de ligação com a gestão pública municipal, sendo mencionado que seu esposo teria atuado como contador durante a gestão do então  ex prefeito e atual senador Nelsinho Trad.

    As informações não foram confirmadas oficialmente.

    Gestão na Agetran é alvo de críticas

    Durante sua passagem pela Agetran, Paulo da Silva também é citado em relatos de lideranças comunitárias e vereadores.

    Segundo fontes:



    • Demandas não teriam sido atendidas


    • Haveria dificuldade de diálogo


    • Problemas locais não teriam solução efetiva

    Pressão política e institucional cresce a combinação de:



    • denúncias de perseguição


    • demissões com repercussão pública


    • ausência de respostas oficiais

    Tende a ampliar a pressão sobre a gestão municipal.

     NOTA OFICIAL

    Esta reportagem se baseia em relatos, denúncias e informações de bastidores, que não foram confirmados oficialmente até o momento.

    O espaço permanece aberto para manifestação de:




    • Paulo da Silva


    • Noemi Duarte Silveira


    • Secretaria Municipal de Educação

    • Prefeita Adriane Lopes
  • Intolerância religiosa na fala de Adriane Lopes em evento religioso gera polêmica nas redes sociais.

    Intolerância religiosa na fala de Adriane Lopes em evento religioso gera polêmica nas redes sociais.

    Na semana passada, um vídeo viralizou nas redes sociais e aplicativos de mensagens mostrando a prefeita de Campo Grande e candidata à reeleição, Adriane Lopes (PP), fazendo comentários ofensivos e preconceituosos sobre as religiões afro-brasileiras.
    Nas imagens, a prefeita descreveu tais práticas como sendo de “ímpios”, o que gerou indignação em parte da população, líderes culturais e religiosos que se manifestaram contra a intolerância demonstrada.
    No entanto, a fala controversa da prefeita, registrada em um vídeo de 40 segundos durante um evento do conselho de pastores, foi aplaudida por parte da plateia.
    Este discurso de divisão entre “nós” e “eles”, baseado na opinião de que os que não seguem determinadas práticas religiosas são “ímpios”, é particularmente preocupante.
    Ao associar termos pejorativos como “centro de macumba” às religiões de matriz africana, a prefeita perpétua estigmas e desrespeita a diversidade de importância no país.
    DIA MUNICIPAL DO PRETO VELHO

    Projeto de Lei 11.260/2024, de autoria da vereadora Luiza Ribeiro (PT), que estabelece o Dia Municipal do Preto Velho, inclusão do “Dia do Preto Velho” no calendário municipal de Campo Grande, fixado em 13 de maio.

    Este projeto foi promulgado pelo presidente da Câmara Municipal, Carlos Augusto Borges, após ser aprovado na Casa de Leis e não receber sanção ou veto da prefeita Adriane Lopes.

    A celebração dessa data especial vem como um marco para considerar e valorizar as expressões de fé de origem africana na cidade.

    Apesar dos avanços nos sistemas internacionais de proteção dos direitos humanos, a violação sistemática do direito à liberdade religiosa ainda persiste no Brasil, sobretudo entre os praticantes de umbanda, quimbanda, candomblé e outras manifestações religiosas de matriz africana. Esta realidade frequentemente resulta em perseguições religiosas e atos de ódio, refletindo a desumanização e marginalização histórica dessas religiões e seus seguidores.

    Diante desse cenário, é fundamental destacar que incitar a discriminação ou preconceito religioso constitui crime de racismo, conforme previsto na Lei dos Crimes Raciais (Lei n.º 7.716/89). A intolerância religiosa, que tem sido objeto de um aumento significativo de denúncias, especialmente contra religiões de matrizes africanas, é uma ameaça à harmonia social e à promoção da diversidade cultural no país.

    Essa atitude de intolerância religiosa não fere apenas os princípios de respeito mútuo, mas também pode incitar conflitos e discriminação. No contexto de um aumento significativo de casos de intolerância religiosa em Mato Grosso do Sul, é fundamental que líderes políticos evitem discursos que guerem divisões e alimentem preconceitos.

    Diante das reações adversárias, organizações culturais e religiosas emitiram notas de repúdio às declarações da prefeita.



    A Federação dos Cultos Afro-Brasileiros e Ameríndios do Estado de Mato Grosso do Sul, por exemplo, denunciou o discurso de Adriane por crime de racismo religioso às autoridades competentes,Ministério Público Estadual e Tribunal Regional Eleitoral.

    É essencial que, em um país tão diverso como o Brasil, se promova a empatia, o respeito e a convivência entre as diferentes opiniões e culturas. Os episódios de intolerância religiosa reforçam a necessidade de um compromisso coletivo com a inclusão e a valorização de todas as expressões culturais, para construir uma sociedade mais justa e respeitosa para todos os seus cidadãos.

    Outras Polêmicas:

    Adriane Lopes coleciona diversas polêmicas, tais como: folha secreta, onde sua cunhada e outras pessoas ligadas a ela e à igreja a qual ela frequenta recebem altos salários que podem chegar a mais de 40 mil reais, acima do teto permitido por lei, causando prejuízo milionário aos cofres públicos.

    Contratos de licitação com empresas investigadas pela justiça, assédio moral no trabalho, uso de funcionários em horário de serviços para campanha eleitoral e outros.
  • Prefeita e pré-candidata à reeleição Adriane Lopes Inova na Política: Agora é Vergonha em Série!

    Prefeita e pré-candidata à reeleição Adriane Lopes Inova na Política: Agora é Vergonha em Série!

    A prefeita e pré-candidata à reeleição Adriane Lopes realmente sabe como surpreender. Após protagonizar uma cena digna de novela ao anunciar com confiança que o ex-presidente Jair Bolsonaro a apoiaria – apenas para, no capítulo seguinte, descobrir que ele preferia ficar ao lado do seu rival, pré-candidato a prefeito Beto Pereira – a prefeita volta a brilhar. E dessa vez, ela trouxe a senadora Tereza Cristina para o palco do constrangimento.

    Como se já não bastasse o show de trapalhadas com Bolsonaro, Adriane agora tenta inovar mais uma vez. Em sua nova aventura política, ela conseguiu o aparentemente impossível: fazer com que ninguém – absolutamente ninguém – quisesse ser seu vice. E, claro, o público acompanhou essa busca épica, com final surpreendente: a senadora Tereza Cristina, que inicialmente entrou nessa história como uma aliada, acabou sendo a personagem que passou mais vergonha.

    A situação chegou ao ponto de que, se não fosse a intervenção da senadora Tereza Cristina, a gafe teria sido ainda maior. Afinal, a escolha do vice quase se transformou em um desastre completo. O capitão Contar recusou-se a oferta. E quando finalmente decidiram por Luiz Ovando, a escolha revelou-se um novo episódio de desorganização.

     O deputado federal Luiz Ovando, afinal, pode ser
    barrado pela lei eleitoral devido a um detalhe: ele não se afastou do seu
    programa de TV dentro do prazo exigido. Sim, é isso mesmo. O parlamentar
    apresenta o “Tribuna da Saúde”, um programa sobre saúde transmitido toda
    sexta-feira na TV Educativa. Em julho, dois episódios foram ao ar nos dias 5 e
    12, como divulgado nas redes sociais da emissora, violando, portanto, as regras
    eleitorais

    Dizem que política é uma arte, mas Adriane parece estar criando um novo gênero: a tragicomédia. Em vez de colecionar aliados, ela coleciona gafes. E, honestamente, quem pode culpá-la? Fazer o público rir (ou chorar) não é tarefa fácil.

    Por enquanto, a cidade e os grupos sociais esperam pelos próximos episódios dessa série que mistura drama, comédia e uma pitada de improviso. Quem será o próximo coadjuvante a cair no palco da vergonha com a prefeita? Aguardem as cenas dos próximos capítulos!