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  • “Queremos respeito e segurança”: Lei de André Salineiro sobre banheiros femininos gera apoio de mulheres e repercussão nacional

    “Queremos respeito e segurança”: Lei de André Salineiro sobre banheiros femininos gera apoio de mulheres e repercussão nacional

    A discussão sobre o uso de banheiros femininos voltou ao centro do debate nacional após a deputada federal Erika Hilton acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a Lei Municipal nº 7.615/2026, aprovada em Campo Grande e apresentada pelo vereador André Salineiro.

    A lei, sancionada pela prefeita Adriane Lopes, estabelece regras relacionadas à proteção dos espaços femininos em locais públicos e privados da Capital. Desde então, o tema passou a dominar redes sociais, grupos de WhatsApp e discussões políticas em várias partes do Brasil.

    Mas, além da disputa jurídica e política, o que mais chamou atenção nos últimos dias foi a quantidade de mulheres se manifestando publicamente sobre o assunto.

    Em comentários nas redes sociais, muitas afirmam apoiar a proposta por enxergarem a medida como uma forma de garantir mais segurança, privacidade e tranquilidade em espaços considerados íntimos, como banheiros e vestiários femininos.

    “Não é sobre ódio, é sobre proteção”, escreveu uma internauta em uma publicação que repercutiu entre moradores de Campo Grande.

    Outras mulheres relataram preocupação principalmente com crianças e adolescentes em ambientes públicos. Em muitos comentários, o sentimento demonstrado é de que o debate precisa ouvir mais as mulheres biológicas e considerar suas opiniões dentro da discussão.

    Homens também passaram a se posicionar favoravelmente à lei, afirmando que a proposta representa defesa da privacidade feminina e respeito às mulheres.

    Tema ganhou força fora de Mato Grosso do Sul

    A repercussão da Lei nº 7.615/2026 ultrapassou Campo Grande e chegou ao cenário político nacional após o pedido feito à PGR pela deputada Erika Hilton, que questiona a constitucionalidade da norma.

    Setores ligados à pauta LGBTQIA+ afirmam que a legislação pode gerar discriminação contra pessoas trans e defendem que o uso de banheiros deve seguir a identidade de gênero.

    Já apoiadores da proposta afirmam que a lei não busca atacar ninguém, mas sim preservar espaços exclusivos para mulheres biológicas em ambientes considerados sensíveis.

    O assunto acabou se tornando um dos mais comentados da semana nas redes sociais da Capital, gerando forte mobilização popular e opiniões divididas.

    André Salineiro recebeu apoio nas redes

    Após a repercussão nacional do caso, o vereador André Salineiro recebeu manifestações de apoio de moradores de Campo Grande e seguidores nas redes sociais.

    Muitos comentários elogiaram a postura do parlamentar por levar o debate para a Câmara Municipal e defender uma pauta considerada sensível por parte da população feminina.

    Mesmo diante das críticas e da pressão política, Salineiro afirmou que continuará defendendo a lei e declarou que o projeto nasceu ouvindo relatos e preocupações de mulheres da Capital.

    ENQUETE | Informe MS News

    Você é a favor ou contra a proibição do acesso de homens biológicos a banheiros femininos?

    •  Sou a favor da proibição do acesso de homens biológicos a banheiros femininos
    •  Sou contra a proibição e defendo o uso conforme identidade de gênero
    •  Ainda não tenho opinião formada

             Vote e participe do debate.

            A enquete completa já está disponível no site do Informe MS News.

     A população pode participar votando e deixando sua opinião sobre o tema que vem dividindo opiniões em todo o país.

  • Vereador André Salineiro PL comenta possibilidade de disputar vaga na Assembleia Legislativa

    Vereador André Salineiro PL comenta possibilidade de disputar vaga na Assembleia Legislativa

    Campo Grande (MS) – O vereador André Salineiro
    (PL)
    afirmou em entrevista ao Informe MS News que está à disposição diante das
    discussões internas do partido que podem levá-lo a disputar uma vaga na
    Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

    Segundo ele, o incentivo do partido reforça a
    possibilidade de uma eventual pré-candidatura.

    “O partido tem me incentivado e eu quero ser
    muito claro: estou à disposição para ser pré-candidato a deputado estadual”,
    disse Salineiro.


    Projetos de impacto na Câmara Municipal


    Durante sua atuação na Câmara Municipal de
    Campo Grande, Salineiro destacou iniciativas que fortalecem saúde, educação e
    inclusão social. Entre elas:


    Exames de saúde em alunos da rede municipal:
    identificação precoce de doenças como diabetes e anemia, priorizando a
    prevenção.


    Justiça Restaurativa nas escolas: mediação de
    conflitos escolares com enfoque em diálogo e cultura de paz.


    Isenção de taxa em concursos públicos: garante
    acesso a oportunidades para doadores e receptores de rim.


    Lei “Sentinela da Gestante” (Lei 7.608/2026):
    cria o Programa Municipal de Segurança e Proteção à Gestante, Parturiente,
    Puérpera e ao Recém-nascido, incluindo o Código Vida, atendimento humanizado,
    monitoramento de indicadores e mecanismos de denúncia. 


    Lei nº 11.573/2025: estabelece
    diretrizes sobre o uso de banheiros femininos com base na Política Municipal de
    Proteção da Mulher, prevendo ações educativas, fiscalização e adequações em
    espaços públicos e privados.

     Compromisso com políticas públicas

    O parlamentar reforçou que essas ações
    refletem seu compromisso com a população, visando efetividade e transparência
    na implementação de políticas públicas. Salineiro destacou que acompanhará de
    perto a execução da Lei Sentinela da Gestante para garantir proteção efetiva a
    mães e bebês.

    Posicionamento político

    Salineiro afirmou que busca ampliar a
    representatividade no Estado, ressaltando a importância de políticas que
    promovam segurança, saúde e educação. A declaração sobre sua disponibilidade
    para futuras discussões partidárias marca seu posicionamento em meio ao cenário
    eleitoral.

     

     

     

  • Landmark cobra uso produtivo de terreno de R$30 milhões após ocupação do MST no Porto Seco

    Landmark cobra uso produtivo de terreno de R$30 milhões após ocupação do MST no Porto Seco

    Na
    madrugada de segunda-feira (20), o Movimento
    dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
    ocupou uma área
    estratégica no Porto Seco
    de Campo Grande
    , trazendo à tona o debate sobre o uso de terrenos ociosos
    na cidade. A ação, que reuniu mais
    de 200 famílias
    , visou chamar atenção das autoridades para a
    necessidade urgente de utilizar o terreno de R$30 milhões de maneira produtiva e que
    beneficie a população local.

    A
    ocupação pacífica,
    que foi acompanhada de perto pelo Vereador
    Landmark Rios (PT)
    .

    O
    vereador esteve no local, acompanhando de perto as negociações
    entre os manifestantes e as forças de segurança, buscando compreender a
    situação e mediar possíveis soluções. A ação gerou discussões sobre a função social da terra e
    a gestão de áreas públicas
    desocupadas
    na cidade.

    Responsabilidade pela área
    A área ocupada está em transição e atualmente não há clareza sobre quem é o responsável pela gestão
    do terreno. A área pertencia
    ao município de Campo Grande
    , mas está sendo transferida para o
    DNIT (Departamento
    Nacional de Infraestrutura de Transportes)
    , que deverá assumir
    a gestão. O vereador
    Landmark Rios
    apontou a falta
    de informações claras
    sobre essa transição como um dos fatores
    que dificultam a utilização
    produtiva
    do espaço. Segundo ele, é fundamental que a área seja
    utilizada de forma
    eficiente
    , seja pela Prefeitura
    ou pelo DNIT,
    para garantir benefícios sociais e econômicos para a cidade.

    Objetivo da ocupação do MST
    Segundo Douglas Cavalheiro
    da Silva
    , da Direção
    Estadual do MST
    , o grupo ocupou o local com a intenção de criar
    um cinturão verde.
    Ele explicou:

    “A
    gente quer um espaço para plantar
    verdura
    e vender na cidade. A terra precisa ser utilizada para alimentar as pessoas e
    gerar oportunidade de trabalho.”

    O
    objetivo dos manifestantes é transformar a área em um espaço produtivo, no
    qual as famílias possam cultivar alimentos e comercializá-los, atendendo à demanda crescente por alimentos frescos
    e locais
    na cidade.

    A posição do vereador Landmark
    Rios

    O vereador Landmark Rios reforçou que a função
    social da terra
    deve ser cumprida e destacou que a área do
    Porto Seco tem grande potencial
    de desenvolvimento
    . Para ele, é urgente que a terra seja colocada em operação,
    seja para o uso público
    ou para produções
    sustentáveis
    . Ele declarou:

    “Se
    essa área não pode ser utilizada para o propósito original, que ela seja
    destinada para uso social. Temos
    famílias precisando de moradia, outras querendo produzir alimentos
    para a cidade. Não podemos deixar essa
    terra parada, especialmente em tempos de crise habitacional e de falta de
    terras produtivas.”

  • Dois anos sem justiça: família cobra respostas após morte em acidente na PR-445

    Dois anos sem justiça: família cobra respostas após morte em acidente na PR-445

    Mais de dois anos após um grave acidente na PR-445, no Paraná, que resultou na morte de uma servidora de Campo Grande, o caso ainda segue sem desfecho. A falta de avanços no processo tem gerado indignação e cobrança por respostas por parte da família.

    A viagem, que tinha como destino Itapema (SC), havia sido planejada durante todo o ano. O objetivo era realizar o sonho de passar o Natal e o Réveillon na praia. No entanto, durante o trajeto, o veículo em que a família estava foi atingido por outro carro.

    Relatos de testemunhas e reportagens publicadas à época apontam que o motorista do outro veículo estaria sob efeito de álcool. Segundo as informações, ele teria perdido o controle da direção e colidido de frente com o automóvel da família.

    Dinâmica do acidente

    Priscila estava em um Fiat Uno, acompanhada de familiares, quando ocorreu a colisão com um Volkswagen T-Cross.

    De acordo com informações divulgadas por veículos de imprensa, o outro veículo trafegava em alta velocidade no momento do acidente.

    Há relatos de que o condutor apresentava sinais de embriaguez e teria tentado deixar o local após a colisão, sendo contido por testemunhas.

    As circunstâncias exatas do acidente e a eventual responsabilização seguem sendo apuradas pelas autoridades competentes.

    Meses de luta até o desfecho

    Após o acidente, Priscila sofreu ferimentos graves. Ela foi socorrida inicialmente no Paraná e, posteriormente, transferida para Campo Grande, onde permaneceu internada por mais de três meses.

    Ela chegou a ser transferida em ambulância de suporte avançado, acompanhada de uma das crianças, que também havia sido vítima do acidente e passou por cirurgia após fratura no fêmur.

    Priscila morreu em 22 de abril de 2024, em decorrência das complicações causadas pelo acidente. Neste ano, a morte completa dois anos sem um desfecho público do caso.

    Crianças seguem com sequelas

    As crianças que estavam no veículo sobreviveram, mas ainda enfrentam as consequências da tragédia.

    Segundo familiares:


    • Uma das meninas segue em tratamento psicológico e ortopédico

    • Ambas apresentam impactos emocionais duradouros

    • As sequelas ainda afetam a rotina

    Processo segue sem avanços

    O caso tramita em segredo de Justiça devido ao envolvimento de menores entre as vítimas.

    De acordo com a família, uma audiência já foi realizada, mas o andamento do processo ainda gera insatisfação.

    Há relatos de pedido de vista durante a tramitação. Desde então, segundo familiares, não houve avanços significativos.

    Dor e cobrança por justiça

    “A gente saiu para viver um momento feliz em família, e tudo virou uma tragédia. Nada vai trazer minha irmã de volta”, desabafa uma familiar.

    “As crianças sobreviveram, mas carregam até hoje as consequências desse acidente”, relatou outro parente.

    “O que mais machuca é não ter clareza sobre o andamento. A gente espera justiça”, afirmou.

  • Nova lei sobre uso de banheiros em Campo Grande já está em vigor

    Nova lei sobre uso de banheiros em Campo Grande já está em vigor

    Campo Grande (MS) – Já está em vigor em Campo Grande a Lei n.º
    11.573/2025, que institui a Política Municipal de Proteção da Mulher. A
    norma foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Município (Diogrande)
    e estabelece diretrizes para o uso de banheiros femininos em espaços públicos e
    privados.

    A proposta, de autoria do
    vereador André Salineiro (PL), foi aprovada pela Câmara Municipal de Campo
    Grande por 13 votos favoráveis e 11 contrários, após um debate acalorado
    entre os parlamentares.

    O que prevê a Política
    Municipal de Proteção da Mulher

    Entre os principais pontos
    da nova legislação, está a determinação de que banheiros femininos sejam
    destinados exclusivamente a mulheres biológicas, com foco na proteção da
    intimidade, segurança e dignidade.

    A lei também estabelece:

    ·  Igualdade
    de condições biológicas em testes de aptidão física em concursos públicos
    municipais.

    ·   Medidas
    voltadas à proteção da intimidade e segurança das mulheres.

    · Fiscalização
    de espaços públicos e privados.

    ·   Adequações
    em estruturas sob responsabilidade do município.

    Além disso, o texto prevê
    que o município não conceda apoio ou patrocínio a eventos esportivos que não
    considerem o sexo biológico das participantes.

    Critérios definidos na
    legislação

    A norma também estabelece
    diretrizes específicas para aplicação da política pública:

    ·  Aplicação
    do princípio de equidade com base em aspectos biológicos.

    · Garantia de
    uso de banheiros exclusivos para mulheres biológicas.

    ·  Adoção de
    medidas para evitar constrangimentos e importunação.

    · Promoção de
    ações educativas, como palestras, aulas, audiências e debates sobre valorização
    da mulher

    A Prefeitura deverá ainda
    implementar essas ações em diferentes áreas da sociedade.

    Posicionamento do autor

    Após a aprovação, o vereador
    André Salineiro defendeu a proposta como uma medida de proteção.

    “Proteger as mulheres nunca
    deveria ser motivo de dúvida. Apresentei um projeto para garantir algo simples:
    que banheiros femininos sejam utilizados por mulheres biológicas. Isso é
    simples e óbvio, mas precisa de lei para garantir direitos que demoraram tanto
    para serem conquistados”, afirmou.

    O parlamentar também declarou que a medida busca prevenir
    situações de risco, citando episódios registrados em outros países e relatos de ocorrências no Brasil, ainda que pontuais.

     

    Repercussão e
    questionamentos jurídicos

    A nova lei já gera
    repercussão e divide opiniões. Entidades e representantes de movimentos sociais
    apontam possível conflito com princípios constitucionais.

    Procurada pela reportagem, a
    presidente da Associação das Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul
    (ATTMS), Manoela Kika, afirmou que a norma é inconstitucional.

    Aplicação e dúvidas sobre
    alcance

    A Prefeitura de Campo Grande
    foi questionada sobre como a legislação será aplicada, especialmente em relação
    a estabelecimentos privados, como bares e restaurantes.

    Até a última atualização,
    não houve retorno oficial sobre os critérios de fiscalização nesses ambientes.

    Contexto político

    A proposta foi debatida e
    aprovada pela Câmara Municipal de Campo Grande, onde recebeu 13 votos
    favoráveis e 11 contrários
    , refletindo um cenário de divisão entre os
    parlamentares.

    O tema tem sido recorrente
    em debates políticos no país, envolvendo direitos individuais, segurança e
    interpretação da legislação vigente.


    Informe MS News acompanhou o
    caso desde o início

    O Informe MS News
    saiu na frente e acompanhou todas as etapas da proposta, desde a mobilização
    popular até a aprovação no Legislativo.

    Relembre:

    Abaixo-assinado
    pressiona por sanção do projeto

    https://www.informemsnews.com.br/noticia/77/abaixo-assinado-pressiona-por-sancao-de-projeto-sobre-protecao-as-mulheres-em-campo-grande

    Câmara
    aprova projeto sobre uso de banheiros femininos

    https://www.informemsnews.com.br/noticia/74/camara-aprova-projeto-de-salineiro-que-garante-banheiro-feminino-exclusivo-para-mulheres-biologicas

    O que pode acontecer agora

    Com a lei em vigor, os
    próximos passos incluem:

    ·  Regulamentação
    prática da norma.

    ·  Definição
    de critérios de fiscalização.

     

  • Abaixo-assinado pressiona por sanção de projeto sobre proteção às mulheres em Campo Grande

    Abaixo-assinado pressiona por sanção de projeto sobre proteção às mulheres em Campo Grande

    A proposta, de autoria do vereador André
    Salineiro
    , estabelece diretrizes da chamada Política Municipal de Proteção
    da Mulher. Entre os pontos previstos estão a destinação de banheiros femininos
    exclusivamente para mulheres biológicas e critérios de igualdade biológica em
    testes físicos de concursos públicos.

    Mobilização ganha força nas
    redes

    Nas redes sociais e grupos de
    mensagens, apoiadores intensificaram a divulgação do abaixo-assinado,
    solicitando que a prefeita sancione o projeto sem vetos.

    Entre os principais argumentos
    apresentados estão:

    Garantia de espaços exclusivos
    para mulheres;

    Preservação da intimidade em
    ambientes públicos;

    Equidade física em concursos e
    competições.

    Defensores da proposta afirmam
    que a medida busca assegurar privacidade, segurança e dignidade, além de
    reforçar direitos considerados fundamentais.

    A votação do projeto foi
    marcada por forte debate no Legislativo municipal. O texto foi aprovado por
    margem apertada, com 13 votos favoráveis e 11 contrários.

    Críticos da proposta, por
    outro lado, apontam possíveis impactos relacionados à inclusão e ao respeito à
    diversidade, indicando que o tema ainda gera controvérsia jurídica e social.

    O projeto segue agora para
    análise da prefeita de Campo Grande, que poderá sancionar ou vetar total ou
    parcialmente a proposta.

    Caso seja sancionado, o
    município deverá regulamentar e fiscalizar o cumprimento das regras previstas
    na nova legislação.

    Abaixo-assinado:

    A mobilização segue ativa e a
    população pode se manifestar por meio do abaixo-assinado online:

    https://forms.gle/qR2o6LSjqo6eNk4LA

  • Vereador Landmark visita comunidade no Nova Campo Grande e articula solução para famílias ameaçadas de despejo

    Vereador Landmark visita comunidade no Nova Campo Grande e articula solução para famílias ameaçadas de despejo

    O vereador Landmark Rios (PT) esteve na quinta-feira (16) em uma comunidade na região do Nova Campo Grande, onde cerca de 30 famílias vivem há mais de 15 anos e foram surpreendidas nesta semana com notificações dando prazo de apenas cinco dias para deixarem suas casas.

    A área, ocupada em regime de comodato, já conta com infraestrutura básica como água, luz e esgoto, mas ainda não foi regularizada.

    Durante a visita, o vereador ouviu os moradores e se comprometeu a intermediar um diálogo com o Executivo para buscar uma solução que garanta o direito à permanência das famílias.

    “São famílias que já estão estabelecidas, com estrutura básica e vínculos com o território. Não faz sentido tratar isso como um problema de remoção. O caminho é a regularização”, afirmou.

    “Todo mundo ficou apavorado”

    A situação gerou medo e insegurança na comunidade, como relata a moradora e liderança local, dona Geralda Jacinta Estruquel.

    “Vieram aqui notificando nós, dando prazo de 5 dias para sair. Todo mundo ficou apavorado. A gente não sabia o que fazer. Eu mesma não consegui comer, não consegui dormir direito”, contou.

    Segundo ela, a forma como as informações foram repassadas aumentou ainda mais a preocupação.

    “Cada casa que eles chegavam falavam uma coisa diferente. Uns falavam que era levantamento, outros já falavam do prazo. Isso deixou todo mundo assustado”, relatou.

    A moradora destaca que a comunidade já possui condições básicas consolidadas.

    “Aqui tem luz, tem água, tem esgoto. Todo mundo tem sua casinha. Não é favela, são casas simples, mas é o que a gente construiu com muito esforço”, afirmou.

    Esperança após visita

    Após o contato com o mandato, a comunidade relata que o cenário começou a mudar.

    “Depois que ele veio aqui, conversou com todo mundo, a gente ficou mais tranquilo. Ele pegou a frente da situação e disse que vai ajudar. Hoje a gente já consegue dormir melhor”, disse dona Geralda.

    Luta por moradia digna

    A atuação do vereador se soma a um histórico de defesa da regularização fundiária e da moradia digna em Campo Grande.

    Landmark é autor de um projeto que prevê a destinação de 1% da Receita Corrente Líquida do município para políticas habitacionais, com o objetivo de garantir recursos permanentes para enfrentar o déficit habitacional da Capital.

    Para o parlamentar, casos como o da comunidade evidenciam a urgência de políticas públicas estruturadas.

    “Moradia não pode ser tratada com insegurança e prazo de despejo. Precisa de planejamento, respeito e solução definitiva”, destacou.

    O mandato agora acompanha o caso e busca, junto ao poder público, uma alternativa que assegure o direito das famílias e evite a remoção.

  • Lei “Sentinela da Gestante” é sancionada e promete reforçar proteção a mães em Campo Grande

    Lei “Sentinela da Gestante” é sancionada e promete reforçar proteção a mães em Campo Grande

    Foi sancionada nesta terça-feira, dia 14, a lei de autoria do vereador André Salineiro (PL) que institui o Programa Municipal de Segurança e Proteção à Gestante, Parturiente, Puérpera e ao Recém-Nascido, conhecida como “Lei Antônio Gabriel Fontoura”. A nova legislação estabelece uma série de medidas para garantir atendimento mais humanizado, segurança no parto e acesso à informação clara para mães e famílias na Capital.

    “Essa lei nasce de histórias reais e da dor de famílias que passaram por situações graves. Hoje, damos um passo importante para proteger vidas e garantir mais respeito e segurança para mães e bebês em Campo Grande”, afirmou Salineiro.

    A Lei 7.608/2026 também define o que é considerado violência obstétrica, incluindo práticas como a recusa ou demora injustificada no atendimento, realização de procedimentos sem consentimento e qualquer forma de desrespeito à dignidade da mulher.

    Entre os principais avanços estão o direito ao Plano de Parto, a possibilidade de solicitar uma segunda opinião médica e a criação do programa “Sentinela da Gestante”, com atendimento prioritário para denúncias e situações de risco.
    Outro ponto importante é a implantação do “Código Vida”, protocolo que determina a análise imediata de casos graves, como óbitos maternos ou de recém-nascidos, além da obrigatoriedade de divulgação de indicadores de atendimento pelos hospitais, ampliando a transparência e o controle social.

    Salineiro também reforçou que irá acompanhar de perto a aplicação da norma. “Agora começa uma nova etapa. Vamos fiscalizar para que essa lei saia do papel, seja colocada em prática e realmente funcione. Não adianta só aprovar, tem que fazer acontecer”, disse o vereador.

  • Jornalista denuncia perseguição e aponta bastidores de poder envolvendo Semed e ex-diretor da Agetran

    Jornalista denuncia perseguição e aponta bastidores de poder envolvendo Semed e ex-diretor da Agetran

    Um conjunto de relatos, denúncias e episódios envolvendo servidores públicos, lideranças comunitárias e bastidores administrativos tem ampliado o cenário de tensão na gestão municipal de Campo Grande.

    No centro das discussões está o atual presidente da Agereg, Paulo da Silva, ex-diretor da Agetran, além da atuação da superintendência da Secretaria Municipal de Educação (Semed), ligada à gestão de pessoas sob responsabilidade de Noemi Duarte Silveira.

    As informações são baseadas em relatos e não possuem confirmação oficial até o momento.

    Jornalista A C. denuncia perseguição após cobrança por melhorias

    Segundo relatos, o jornalista e líder comunitário A C.afirma ter sido alvo de perseguição após tentar contato com o então diretor da Agetran para solicitar a instalação de um quebra-molas na Rua da Divisão.

    De acordo com fontes, o pedido não teria sido atendido e teria gerado um conflito direto.

    Ainda segundo relatos, a resposta recebida teria sido considerada ofensiva e desqualificadora.

    Relatos apontam possíveis retaliações

    Após o episódio, segundo o denunciante, teriam ocorrido desdobramentos administrativos.

    De acordo com fontes, ele afirma ter enfrentado:



    • Dificuldade de contato institucional


    • Suposta solicitação de transferência feita às pressas sem notificação expressa.


    • Alegações de tentativa de exoneração


    • Impacto também sobre sua esposa, vinculada à rede municipal através de processo seletivo professores .
    • Falta de ética e respeito por parte do Diretor Presidente da Agetran.

    As alegações não possuem confirmação oficial.


     Caso de educadora demitida amplia repercussão

    O cenário ganhou maior visibilidade após o caso da educadora Natali Pereira de Oliveira, divulgado pela midia.

    Segundo as reportagens vinculadas nas mídias e também denunciadas na Câmara municipal, a servidora foi desligada após participar de uma manifestação na Câmara Municipal.


    “Fiquei sabendo que fui desligada durante a manifestação”, relatou.

    A Secretaria Municipal de Educação não respondeu aos questionamentos até a publicação.

     Semed e centralização de decisões

    Segundo relatos de servidores, a superintendência de Gestão de Pessoas da Semed, ocupada por Noemi Duarte Silveira, é apontada como núcleo estratégico de decisões administrativas que não se condizem com conduta a corretas de uma administração transparente.

    De acordo com fontes, há percepção de centralização e influência significativa na condução de processos internos.

     Bastidores indicam proximidade e influência

    Segundo relatos, Paulo da Silva e Noemi Duarte Silveira são apontados como figuras próximas e influentes dentro da administração municipal.

    De acordo com fontes, ambos são considerados nomes com poder de articulação interna.

    Ainda segundo relatos, o entorno da superintendente também teria histórico de ligação com a gestão pública municipal, sendo mencionado que seu esposo teria atuado como contador durante a gestão do então  ex prefeito e atual senador Nelsinho Trad.

    As informações não foram confirmadas oficialmente.

    Gestão na Agetran é alvo de críticas

    Durante sua passagem pela Agetran, Paulo da Silva também é citado em relatos de lideranças comunitárias e vereadores.

    Segundo fontes:



    • Demandas não teriam sido atendidas


    • Haveria dificuldade de diálogo


    • Problemas locais não teriam solução efetiva

    Pressão política e institucional cresce a combinação de:



    • denúncias de perseguição


    • demissões com repercussão pública


    • ausência de respostas oficiais

    Tende a ampliar a pressão sobre a gestão municipal.

     NOTA OFICIAL

    Esta reportagem se baseia em relatos, denúncias e informações de bastidores, que não foram confirmados oficialmente até o momento.

    O espaço permanece aberto para manifestação de:




    • Paulo da Silva


    • Noemi Duarte Silveira


    • Secretaria Municipal de Educação

    • Prefeita Adriane Lopes
  • Câmara aprova projeto de Salineiro que garante banheiro feminino exclusivo para mulheres biológicas

    Câmara aprova projeto de Salineiro que garante banheiro feminino exclusivo para mulheres biológicas

    A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou o projeto de lei do vereador André Salineiro (PL) que cria a Política Municipal de Proteção da Mulher, estabelecendo que banheiros femininos em espaços públicos sejam destinados exclusivamente a mulheres biológicas. O projeto foi aprovado com 13 votos favoráveis e 11 contrários, depois de um debate acalorado.

    A proposta também garante igualdade biológica de condições em testes de aptidão física em seleções e concursos públicos municipais, além de prever medidas voltadas à proteção da intimidade, segurança e dignidade das mulheres.

    “Proteger as mulheres nunca deveria ser motivo de dúvida. Apresentei um projeto para garantir algo simples: que banheiros femininos sejam utilizados por mulheres biológicas. Isso é simples e óbvio, mas que precisa de lei para garantir direitos não só esse mas outros, que todas demoraram tanto para conquistar. Agora, parece que muitos são mitigados”, afirmou Salineiro.

    O vereador disse ainda que a medida é para prevenir violência. Ele citou situações que já ocorreram em outros países, em que que pais entram em luta corporal com pessoas trans para impedir a entrada no banheiro que as filhas estão usando.

    O texto aprovado determina ainda que a Prefeitura de Campo Grande promova adaptações em estruturas públicas e fiscalize estabelecimentos particulares para assegurar o cumprimento das medidas. Além disso, a proposta prevê que o município não conceda apoio ou patrocínio a eventos esportivos que não considerem o sexo biológico das participantes.