Categoria: POLÍTICA

  • “Queremos respeito e segurança”: Lei de André Salineiro sobre banheiros femininos gera apoio de mulheres e repercussão nacional

    “Queremos respeito e segurança”: Lei de André Salineiro sobre banheiros femininos gera apoio de mulheres e repercussão nacional

    A discussão sobre o uso de banheiros femininos voltou ao centro do debate nacional após a deputada federal Erika Hilton acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a Lei Municipal nº 7.615/2026, aprovada em Campo Grande e apresentada pelo vereador André Salineiro.

    A lei, sancionada pela prefeita Adriane Lopes, estabelece regras relacionadas à proteção dos espaços femininos em locais públicos e privados da Capital. Desde então, o tema passou a dominar redes sociais, grupos de WhatsApp e discussões políticas em várias partes do Brasil.

    Mas, além da disputa jurídica e política, o que mais chamou atenção nos últimos dias foi a quantidade de mulheres se manifestando publicamente sobre o assunto.

    Em comentários nas redes sociais, muitas afirmam apoiar a proposta por enxergarem a medida como uma forma de garantir mais segurança, privacidade e tranquilidade em espaços considerados íntimos, como banheiros e vestiários femininos.

    “Não é sobre ódio, é sobre proteção”, escreveu uma internauta em uma publicação que repercutiu entre moradores de Campo Grande.

    Outras mulheres relataram preocupação principalmente com crianças e adolescentes em ambientes públicos. Em muitos comentários, o sentimento demonstrado é de que o debate precisa ouvir mais as mulheres biológicas e considerar suas opiniões dentro da discussão.

    Homens também passaram a se posicionar favoravelmente à lei, afirmando que a proposta representa defesa da privacidade feminina e respeito às mulheres.

    Tema ganhou força fora de Mato Grosso do Sul

    A repercussão da Lei nº 7.615/2026 ultrapassou Campo Grande e chegou ao cenário político nacional após o pedido feito à PGR pela deputada Erika Hilton, que questiona a constitucionalidade da norma.

    Setores ligados à pauta LGBTQIA+ afirmam que a legislação pode gerar discriminação contra pessoas trans e defendem que o uso de banheiros deve seguir a identidade de gênero.

    Já apoiadores da proposta afirmam que a lei não busca atacar ninguém, mas sim preservar espaços exclusivos para mulheres biológicas em ambientes considerados sensíveis.

    O assunto acabou se tornando um dos mais comentados da semana nas redes sociais da Capital, gerando forte mobilização popular e opiniões divididas.

    André Salineiro recebeu apoio nas redes

    Após a repercussão nacional do caso, o vereador André Salineiro recebeu manifestações de apoio de moradores de Campo Grande e seguidores nas redes sociais.

    Muitos comentários elogiaram a postura do parlamentar por levar o debate para a Câmara Municipal e defender uma pauta considerada sensível por parte da população feminina.

    Mesmo diante das críticas e da pressão política, Salineiro afirmou que continuará defendendo a lei e declarou que o projeto nasceu ouvindo relatos e preocupações de mulheres da Capital.

    ENQUETE | Informe MS News

    Você é a favor ou contra a proibição do acesso de homens biológicos a banheiros femininos?

    •  Sou a favor da proibição do acesso de homens biológicos a banheiros femininos
    •  Sou contra a proibição e defendo o uso conforme identidade de gênero
    •  Ainda não tenho opinião formada

             Vote e participe do debate.

            A enquete completa já está disponível no site do Informe MS News.

     A população pode participar votando e deixando sua opinião sobre o tema que vem dividindo opiniões em todo o país.

  • Vereador André Salineiro PL comenta possibilidade de disputar vaga na Assembleia Legislativa

    Vereador André Salineiro PL comenta possibilidade de disputar vaga na Assembleia Legislativa

    Campo Grande (MS) – O vereador André Salineiro
    (PL)
    afirmou em entrevista ao Informe MS News que está à disposição diante das
    discussões internas do partido que podem levá-lo a disputar uma vaga na
    Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

    Segundo ele, o incentivo do partido reforça a
    possibilidade de uma eventual pré-candidatura.

    “O partido tem me incentivado e eu quero ser
    muito claro: estou à disposição para ser pré-candidato a deputado estadual”,
    disse Salineiro.


    Projetos de impacto na Câmara Municipal


    Durante sua atuação na Câmara Municipal de
    Campo Grande, Salineiro destacou iniciativas que fortalecem saúde, educação e
    inclusão social. Entre elas:


    Exames de saúde em alunos da rede municipal:
    identificação precoce de doenças como diabetes e anemia, priorizando a
    prevenção.


    Justiça Restaurativa nas escolas: mediação de
    conflitos escolares com enfoque em diálogo e cultura de paz.


    Isenção de taxa em concursos públicos: garante
    acesso a oportunidades para doadores e receptores de rim.


    Lei “Sentinela da Gestante” (Lei 7.608/2026):
    cria o Programa Municipal de Segurança e Proteção à Gestante, Parturiente,
    Puérpera e ao Recém-nascido, incluindo o Código Vida, atendimento humanizado,
    monitoramento de indicadores e mecanismos de denúncia. 


    Lei nº 11.573/2025: estabelece
    diretrizes sobre o uso de banheiros femininos com base na Política Municipal de
    Proteção da Mulher, prevendo ações educativas, fiscalização e adequações em
    espaços públicos e privados.

     Compromisso com políticas públicas

    O parlamentar reforçou que essas ações
    refletem seu compromisso com a população, visando efetividade e transparência
    na implementação de políticas públicas. Salineiro destacou que acompanhará de
    perto a execução da Lei Sentinela da Gestante para garantir proteção efetiva a
    mães e bebês.

    Posicionamento político

    Salineiro afirmou que busca ampliar a
    representatividade no Estado, ressaltando a importância de políticas que
    promovam segurança, saúde e educação. A declaração sobre sua disponibilidade
    para futuras discussões partidárias marca seu posicionamento em meio ao cenário
    eleitoral.

     

     

     

  • Nova lei sobre uso de banheiros em Campo Grande já está em vigor

    Nova lei sobre uso de banheiros em Campo Grande já está em vigor

    Campo Grande (MS) – Já está em vigor em Campo Grande a Lei n.º
    11.573/2025, que institui a Política Municipal de Proteção da Mulher. A
    norma foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Município (Diogrande)
    e estabelece diretrizes para o uso de banheiros femininos em espaços públicos e
    privados.

    A proposta, de autoria do
    vereador André Salineiro (PL), foi aprovada pela Câmara Municipal de Campo
    Grande por 13 votos favoráveis e 11 contrários, após um debate acalorado
    entre os parlamentares.

    O que prevê a Política
    Municipal de Proteção da Mulher

    Entre os principais pontos
    da nova legislação, está a determinação de que banheiros femininos sejam
    destinados exclusivamente a mulheres biológicas, com foco na proteção da
    intimidade, segurança e dignidade.

    A lei também estabelece:

    ·  Igualdade
    de condições biológicas em testes de aptidão física em concursos públicos
    municipais.

    ·   Medidas
    voltadas à proteção da intimidade e segurança das mulheres.

    · Fiscalização
    de espaços públicos e privados.

    ·   Adequações
    em estruturas sob responsabilidade do município.

    Além disso, o texto prevê
    que o município não conceda apoio ou patrocínio a eventos esportivos que não
    considerem o sexo biológico das participantes.

    Critérios definidos na
    legislação

    A norma também estabelece
    diretrizes específicas para aplicação da política pública:

    ·  Aplicação
    do princípio de equidade com base em aspectos biológicos.

    · Garantia de
    uso de banheiros exclusivos para mulheres biológicas.

    ·  Adoção de
    medidas para evitar constrangimentos e importunação.

    · Promoção de
    ações educativas, como palestras, aulas, audiências e debates sobre valorização
    da mulher

    A Prefeitura deverá ainda
    implementar essas ações em diferentes áreas da sociedade.

    Posicionamento do autor

    Após a aprovação, o vereador
    André Salineiro defendeu a proposta como uma medida de proteção.

    “Proteger as mulheres nunca
    deveria ser motivo de dúvida. Apresentei um projeto para garantir algo simples:
    que banheiros femininos sejam utilizados por mulheres biológicas. Isso é
    simples e óbvio, mas precisa de lei para garantir direitos que demoraram tanto
    para serem conquistados”, afirmou.

    O parlamentar também declarou que a medida busca prevenir
    situações de risco, citando episódios registrados em outros países e relatos de ocorrências no Brasil, ainda que pontuais.

     

    Repercussão e
    questionamentos jurídicos

    A nova lei já gera
    repercussão e divide opiniões. Entidades e representantes de movimentos sociais
    apontam possível conflito com princípios constitucionais.

    Procurada pela reportagem, a
    presidente da Associação das Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul
    (ATTMS), Manoela Kika, afirmou que a norma é inconstitucional.

    Aplicação e dúvidas sobre
    alcance

    A Prefeitura de Campo Grande
    foi questionada sobre como a legislação será aplicada, especialmente em relação
    a estabelecimentos privados, como bares e restaurantes.

    Até a última atualização,
    não houve retorno oficial sobre os critérios de fiscalização nesses ambientes.

    Contexto político

    A proposta foi debatida e
    aprovada pela Câmara Municipal de Campo Grande, onde recebeu 13 votos
    favoráveis e 11 contrários
    , refletindo um cenário de divisão entre os
    parlamentares.

    O tema tem sido recorrente
    em debates políticos no país, envolvendo direitos individuais, segurança e
    interpretação da legislação vigente.


    Informe MS News acompanhou o
    caso desde o início

    O Informe MS News
    saiu na frente e acompanhou todas as etapas da proposta, desde a mobilização
    popular até a aprovação no Legislativo.

    Relembre:

    Abaixo-assinado
    pressiona por sanção do projeto

    https://www.informemsnews.com.br/noticia/77/abaixo-assinado-pressiona-por-sancao-de-projeto-sobre-protecao-as-mulheres-em-campo-grande

    Câmara
    aprova projeto sobre uso de banheiros femininos

    https://www.informemsnews.com.br/noticia/74/camara-aprova-projeto-de-salineiro-que-garante-banheiro-feminino-exclusivo-para-mulheres-biologicas

    O que pode acontecer agora

    Com a lei em vigor, os
    próximos passos incluem:

    ·  Regulamentação
    prática da norma.

    ·  Definição
    de critérios de fiscalização.

     

  • Vereador Landmark visita comunidade no Nova Campo Grande e articula solução para famílias ameaçadas de despejo

    Vereador Landmark visita comunidade no Nova Campo Grande e articula solução para famílias ameaçadas de despejo

    O vereador Landmark Rios (PT) esteve na quinta-feira (16) em uma comunidade na região do Nova Campo Grande, onde cerca de 30 famílias vivem há mais de 15 anos e foram surpreendidas nesta semana com notificações dando prazo de apenas cinco dias para deixarem suas casas.

    A área, ocupada em regime de comodato, já conta com infraestrutura básica como água, luz e esgoto, mas ainda não foi regularizada.

    Durante a visita, o vereador ouviu os moradores e se comprometeu a intermediar um diálogo com o Executivo para buscar uma solução que garanta o direito à permanência das famílias.

    “São famílias que já estão estabelecidas, com estrutura básica e vínculos com o território. Não faz sentido tratar isso como um problema de remoção. O caminho é a regularização”, afirmou.

    “Todo mundo ficou apavorado”

    A situação gerou medo e insegurança na comunidade, como relata a moradora e liderança local, dona Geralda Jacinta Estruquel.

    “Vieram aqui notificando nós, dando prazo de 5 dias para sair. Todo mundo ficou apavorado. A gente não sabia o que fazer. Eu mesma não consegui comer, não consegui dormir direito”, contou.

    Segundo ela, a forma como as informações foram repassadas aumentou ainda mais a preocupação.

    “Cada casa que eles chegavam falavam uma coisa diferente. Uns falavam que era levantamento, outros já falavam do prazo. Isso deixou todo mundo assustado”, relatou.

    A moradora destaca que a comunidade já possui condições básicas consolidadas.

    “Aqui tem luz, tem água, tem esgoto. Todo mundo tem sua casinha. Não é favela, são casas simples, mas é o que a gente construiu com muito esforço”, afirmou.

    Esperança após visita

    Após o contato com o mandato, a comunidade relata que o cenário começou a mudar.

    “Depois que ele veio aqui, conversou com todo mundo, a gente ficou mais tranquilo. Ele pegou a frente da situação e disse que vai ajudar. Hoje a gente já consegue dormir melhor”, disse dona Geralda.

    Luta por moradia digna

    A atuação do vereador se soma a um histórico de defesa da regularização fundiária e da moradia digna em Campo Grande.

    Landmark é autor de um projeto que prevê a destinação de 1% da Receita Corrente Líquida do município para políticas habitacionais, com o objetivo de garantir recursos permanentes para enfrentar o déficit habitacional da Capital.

    Para o parlamentar, casos como o da comunidade evidenciam a urgência de políticas públicas estruturadas.

    “Moradia não pode ser tratada com insegurança e prazo de despejo. Precisa de planejamento, respeito e solução definitiva”, destacou.

    O mandato agora acompanha o caso e busca, junto ao poder público, uma alternativa que assegure o direito das famílias e evite a remoção.

  • Abaixo-assinado pressiona por sanção de projeto sobre proteção às mulheres em Campo Grande

    Abaixo-assinado pressiona por sanção de projeto sobre proteção às mulheres em Campo Grande

    A proposta, de autoria do vereador André
    Salineiro
    , estabelece diretrizes da chamada Política Municipal de Proteção
    da Mulher. Entre os pontos previstos estão a destinação de banheiros femininos
    exclusivamente para mulheres biológicas e critérios de igualdade biológica em
    testes físicos de concursos públicos.

    Mobilização ganha força nas
    redes

    Nas redes sociais e grupos de
    mensagens, apoiadores intensificaram a divulgação do abaixo-assinado,
    solicitando que a prefeita sancione o projeto sem vetos.

    Entre os principais argumentos
    apresentados estão:

    Garantia de espaços exclusivos
    para mulheres;

    Preservação da intimidade em
    ambientes públicos;

    Equidade física em concursos e
    competições.

    Defensores da proposta afirmam
    que a medida busca assegurar privacidade, segurança e dignidade, além de
    reforçar direitos considerados fundamentais.

    A votação do projeto foi
    marcada por forte debate no Legislativo municipal. O texto foi aprovado por
    margem apertada, com 13 votos favoráveis e 11 contrários.

    Críticos da proposta, por
    outro lado, apontam possíveis impactos relacionados à inclusão e ao respeito à
    diversidade, indicando que o tema ainda gera controvérsia jurídica e social.

    O projeto segue agora para
    análise da prefeita de Campo Grande, que poderá sancionar ou vetar total ou
    parcialmente a proposta.

    Caso seja sancionado, o
    município deverá regulamentar e fiscalizar o cumprimento das regras previstas
    na nova legislação.

    Abaixo-assinado:

    A mobilização segue ativa e a
    população pode se manifestar por meio do abaixo-assinado online:

    https://forms.gle/qR2o6LSjqo6eNk4LA

  • Lei “Sentinela da Gestante” é sancionada e promete reforçar proteção a mães em Campo Grande

    Lei “Sentinela da Gestante” é sancionada e promete reforçar proteção a mães em Campo Grande

    Foi sancionada nesta terça-feira, dia 14, a lei de autoria do vereador André Salineiro (PL) que institui o Programa Municipal de Segurança e Proteção à Gestante, Parturiente, Puérpera e ao Recém-Nascido, conhecida como “Lei Antônio Gabriel Fontoura”. A nova legislação estabelece uma série de medidas para garantir atendimento mais humanizado, segurança no parto e acesso à informação clara para mães e famílias na Capital.

    “Essa lei nasce de histórias reais e da dor de famílias que passaram por situações graves. Hoje, damos um passo importante para proteger vidas e garantir mais respeito e segurança para mães e bebês em Campo Grande”, afirmou Salineiro.

    A Lei 7.608/2026 também define o que é considerado violência obstétrica, incluindo práticas como a recusa ou demora injustificada no atendimento, realização de procedimentos sem consentimento e qualquer forma de desrespeito à dignidade da mulher.

    Entre os principais avanços estão o direito ao Plano de Parto, a possibilidade de solicitar uma segunda opinião médica e a criação do programa “Sentinela da Gestante”, com atendimento prioritário para denúncias e situações de risco.
    Outro ponto importante é a implantação do “Código Vida”, protocolo que determina a análise imediata de casos graves, como óbitos maternos ou de recém-nascidos, além da obrigatoriedade de divulgação de indicadores de atendimento pelos hospitais, ampliando a transparência e o controle social.

    Salineiro também reforçou que irá acompanhar de perto a aplicação da norma. “Agora começa uma nova etapa. Vamos fiscalizar para que essa lei saia do papel, seja colocada em prática e realmente funcione. Não adianta só aprovar, tem que fazer acontecer”, disse o vereador.

  • Câmara aprova projeto de Salineiro que garante banheiro feminino exclusivo para mulheres biológicas

    Câmara aprova projeto de Salineiro que garante banheiro feminino exclusivo para mulheres biológicas

    A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou o projeto de lei do vereador André Salineiro (PL) que cria a Política Municipal de Proteção da Mulher, estabelecendo que banheiros femininos em espaços públicos sejam destinados exclusivamente a mulheres biológicas. O projeto foi aprovado com 13 votos favoráveis e 11 contrários, depois de um debate acalorado.

    A proposta também garante igualdade biológica de condições em testes de aptidão física em seleções e concursos públicos municipais, além de prever medidas voltadas à proteção da intimidade, segurança e dignidade das mulheres.

    “Proteger as mulheres nunca deveria ser motivo de dúvida. Apresentei um projeto para garantir algo simples: que banheiros femininos sejam utilizados por mulheres biológicas. Isso é simples e óbvio, mas que precisa de lei para garantir direitos não só esse mas outros, que todas demoraram tanto para conquistar. Agora, parece que muitos são mitigados”, afirmou Salineiro.

    O vereador disse ainda que a medida é para prevenir violência. Ele citou situações que já ocorreram em outros países, em que que pais entram em luta corporal com pessoas trans para impedir a entrada no banheiro que as filhas estão usando.

    O texto aprovado determina ainda que a Prefeitura de Campo Grande promova adaptações em estruturas públicas e fiscalize estabelecimentos particulares para assegurar o cumprimento das medidas. Além disso, a proposta prevê que o município não conceda apoio ou patrocínio a eventos esportivos que não considerem o sexo biológico das participantes.

  • Landmark agradece 4022 votos aos eleitores e promete mandato focado em direitos sociais

    Landmark agradece 4022 votos aos eleitores e promete mandato focado em direitos sociais

            O vereador eleito Landmark, do Partido dos
            Trabalhadores (PT), que assumirá seu primeiro mandato em janeiro de 2025 na
            Câmara Municipal de Campo Grande, agradeceu aos 4,022 eleitores que o elegeram
            e reafirmou os compromissos que irão nortear sua atuação política. Em seu
            discurso de agradecimento, Landmark destacou pautas essenciais que,
            segundo ele, precisam ser incorporadas pela próxima administração da cidade,
            visando uma gestão democrática, eficiente e comprometida com as demandas
            populares.

            Landmark, representante de uma candidatura voltada à defesa dos direitos
            sociais, afirmou que seu mandato buscará soluções para áreas historicamente
            negligenciadas, principalmente em comunidades mais vulneráveis. Entre as pautas
            prioritárias destacadas pelo vereador, estão:

            1. Gestão transparente e participativa.

            2. Fortalecimento da agricultura familiar urbana e rural.

            3. Reforma Agrária.

            4. Habitação popular e regularização fundiária.

            5. Fim das favelas com locação prioritária para seus ocupantes nos programas de
            moradia.

            6. Aumento na faixa orçamentária de incentivo à cultura.

            7. Requalificação de escolas, creches e unidades de apoio social e de
            convivência.

            8. Estruturas de acessibilidade, mobilidade e demais garantias aos segmentos
            invisíveis nas políticas públicas.

            9. Políticas públicas específicas para o cuidado e bem-estar dos idosos,
            garantindo assistência de saúde e proteção social.

            10. Valorização dos professores convocados, especialistas e readaptados, com
            condições justas de trabalho e reconhecimento profissional.

            Landmark finalizou afirmando que seu apoio será direcionado à candidatura
            que demonstrar compromisso com esses pontos. “Apoiarei aquela que tiver uma
            proposta alinhada com essas necessidades, visando uma gestão que
            atenda a todos os moradores da nossa cidade, sem distinções”, declarou.

            Com um mandato pautado pela defesa dos mais vulneráveis, o vereador espera que
            a próxima gestão tenha capacidade de implementar uma política pública
            inclusiva e transformadora, que olhe para o futuro de Campo Grande de maneira
            democrática e inovadora.

            “Vamos trabalhar para que Campo Grande avance, sempre com os pés firmes nos
            princípios da justiça social e da participação popular. Essa é a nossa luta, e
            será a nossa trajetória nos próximos quatro anos”, declarou o vereador eleito
            pelo (PT).

          • Primeira pesquisa eleitoral de 2024 em Paranaíba promete agitar o cenário político

            Primeira pesquisa eleitoral de 2024 em Paranaíba promete agitar o cenário político

            O Instituto Ranking Brasil Inteligência realizou a
            primeira pesquisa de intenção de votos para a Prefeitura Municipal nas eleições
            de 2024 junto a 500 moradores de Paranaíba (MS) com 16 anos ou mais de idade de
            19 a 22 de agosto deste ano. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal
            Superior Eleitoral) sob o número MS-00406/2024, encomendada pelo CNPJ:
            47.259.902/0001-00, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 4,3%

            Espontânea

            Na pesquisa espontânea, a
            liderança é d atual prefeito Maycol, com 40% das intenções de votos, enquanto
            bem atrás aparecem Robson, com 10%, Professora Elenita, com 0,6%, e Márgila
            Leal, com 0,2%.

            Os demais candidatos citados
            somaram ao todo 1%, enquanto 47,8% dos entrevistados não sabem ou não
            responderam.

            Estimulada

            No levantamento estimulado,
            Maycol mantém a liderança, com 64,4%, enquanto em seguida estão Robson, com
            18%, Professora Elenita, com 1%, e Márgila Leal, com 0,6%, sendo 16% dos
            entrevistados não sabem ou não responderam.

            Rejeição estimulada

            No quesito rejeição estimulada,
            Márgila Leal está na frente, com 14%, seguida por Robson, com 10,4%, Maycol,
            com 8,6%, e Professora Elenita, com 6%, sendo eu 61% dos entrevistados não
            sabem ou não responderam.

            Vereadores espontânea

            O Instituto Ranking Brasil
            Inteligência também fez uma pesquisa espontânea de intenções de votos para
            vereadores em Paranaíba e a liderança é de Dólar, com 4%, Zecinho Boca Preta,
            com 3%, Andrew, com 2,2%, Irmão Gilson, com 2,2%, e, empatados com 1,8% cada
            um, temos Adriano Caçula, Marcos Carenga, Jair do Esporte e Kênia.

            Depois tem César Moretii, com
            1,4%, e, empatados com 1,2%, temos Pastor Miguel e Wilson Santana, enquanto
            empatados com 1% cada um estão Débora Queiroz, Renato Arlivio e Valzira. Já
            empatados com 0,8% cada um aparecem Sindoley, Paulo, Alessandra Campos e
            Bobinho.

            Empatados com 0,6% cada um temos
            Fernando Castro, Katiúcia, Maycon Enfermeiro, Nilsinho, Romeu, Roseli e Verino
            Pinheiro, enquanto empatados com 0,4% estão Beth, Eduardo Borges, Jamilson,
            Mateus Dutra, Miguelzinho, Ronan Leal, Rosa Martins, Silvana e Xucrute e, por
            último, Rafael, com 0,2%, sendo que 63,8% dos entrevistados não sabem ou não
            responderam.

            Avaliação prefeito

            O Instituto Ranking Brasil
            Inteligência também avaliou a administração do prefeito de Paranaíba, Maycol
            Queiro, e 70% dos entrevistados consideraram boa ou ótima.

            Além disso, 15% apontaram ainda
            que a gestão dele é regular e 10% falaram que é ruim ou péssima, sendo que 5%
            dos entrevistados não sabem ou não responderam.

            Governador Riedel

            O Instituto Ranking Brasil
            Inteligência também avaliou que o governador Eduardo Riedel (PSDB) no município
            é considerado bom ou ótimo para 50% dos entrevistados.

            Além disso, 32% falaram que é
            regular e 10% disseram que é ruim ou péssimo, sendo que 8% dos entrevistados
            não sabem ou não respondera.

            Presidente Lula

            Com relação ao presidente da
            República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 44% dos entrevistados consideraram
            ruim ou péssimo.

            Além disso, 26% falaram que é
            bom ou ótimo e 25% disseram que é regular, sendo que 5% dos entrevistados não
            sabem ou não responderam.


          • TSE divulga regras para impulsionamento de conteúdos de propaganda na internet nas eleições municipais de 2024

            TSE divulga regras para impulsionamento de conteúdos de propaganda na internet nas eleições municipais de 2024

            A campanha eleitoral
            para as eleições municipais de 2024 começou e é necessário seguir as diretrizes
            do TSE para a promoção de conteúdo publicitário online. Provedores devem manter
            um repositório para monitorar dados como perfil do público atingido e disponibilizar
            ferramenta de consulta. A divulgação de propaganda eleitoral paga na internet é
            proibida, sendo permitida apenas a promoção de conteúdos identificados como tal
            e contratados por entidades políticas.


            O que pode na propaganda na
            internet? 

            O artigo 28º da resolução
            informa que a propaganda eleitoral na internet pode ser feita: 

             No sítio da candidata ou do candidato, do
            partido político, da federação ou da coligação que tenha endereço eletrônico
            comunicado à Justiça Eleitoral e seja hospedado, direta ou indiretamente, em
            provedor de aplicação de internet estabelecido no país; 

             Por meio de mensagem eletrônica para
            endereços cadastrados gratuitamente pela candidata ou pelo candidato, pelo
            partido político, pela federação ou pela coligação, desde que presente uma das
            hipóteses legais que autorizam o tratamento de dados pessoais 

            Por meio de blogs, redes sociais, sítios de
            mensagens instantâneas e aplicações de internet semelhantes, assim como
            aplicativos de mensagens instantâneas, cujo conteúdo seja gerado ou editado por
            candidatas, candidatos, partidos políticos, federações, coligações ou pessoa
            natural, desde que não contratem disparos em massa de conteúdo. Também é vedada
            à pessoa natural a remuneração, a monetização ou a concessão de outra vantagem
            econômica como retribuição. 

            A atualização deste ano da resolução explica que é
            lícita a veiculação de propaganda eleitoral em canais e perfis de pessoas
            naturais que alcancem grande audiência na internet ou participem de atos de
            mobilização nas redes para ampliar o alcance orgânico da mensagem. 

            E o que é proibido na
            internet? 

            Na propaganda eleitoral na
            internet, são vedadas: 

             A utilização de impulsionamento de conteúdos
            e ferramentas digitais não disponibilizadas pelo provedor da aplicação de
            internet, ainda que gratuitas, para alterar o teor ou a repercussão de
            propaganda eleitoral, tanto próprios quanto de?terceiros; 

            A
            priorização paga de conteúdos em aplicações de busca na internet que promova
            propaganda negativa, que difunda dados falsos, notícias fraudulentas?ou que
            utilize como palavra-chave nome, sigla ou apelido de partido, federação,
            coligação, candidata ou candidato adversário, mesmo que tenha como objetivo
            promover propaganda positiva do responsável pelo impulsionamento; 

            Desde 48 horas antes até 24 horas depois da
            eleição, a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet,
            mesmo se a contratação tiver sido realizada antes desse prazo, cabendo ao
            provedor de aplicação, que comercializa o impulsionamento, realizar o
            desligamento da veiculação. 

            A violação dos requisitos
            apresentados no artigo pode implicar multa no valor de R$ 5 mil a R$ 30 mil ou
            em valor equivalente ao dobro da quantia despendida. 

            O que é conteúdo
            político-eleitoral? 

            Caracteriza conteúdo
            político-eleitoral, independentemente da classificação feita pela plataforma,
            aquele que versar sobre eleições, partidos políticos, federações e coligações,
            cargos eletivos, pessoas detentoras de cargos eletivos, pessoas candidatas, propostas
            de governo, projetos de lei, exercício do direito ao voto e de outros direitos
            políticos ou matérias relacionadas ao processo eleitoral. 

            A manifestação espontânea na
            internet de pessoas naturais em matéria político-eleitoral, mesmo que sob a
            forma de elogio ou crítica a candidata, candidato, partido político, federação
            ou coligação, não será considerada propaganda eleitoral. 

            Links disponíveis no site 

            https://www.tse.jus.br/legislacao/compilada/res/2019/resolucao-no-23-610-de-18-de-dezembro-de-2019

            https://www.tse.jus.br/legislacao/compilada/res/2019/resolucao-no-23-610-de-18-de-dezembro-de-2019